Desfiz a realidade do quotidiano com as minhas mãos, com tudo o que tinha. Cega e moribunda perdi-me no meu caminho, entre linhas rectas e curvas que eu própria ia esboçando. Fui construindo o trajecto inseguro com unhas e dentes, não foi suficiente, muni-me de armas e prossegui sem hesitar nesse estranho e familiar labirinto. Dei comigo já no fim e após esse longo caminho olhei do alto e deparei-me com um misterioso número sete.
A insanidade começa a apoderar-se de mim.

2 comentários:
Wow! Muito bom texto e a imagem deixa-me a pensar ;)
Todos somos um bocadinho insanos, mas bons insanos.
Gostei de ler ^^
Enviar um comentário